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	<title>Blog do We Tree</title>
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		<title>Como lidar com a solidão na maternidade?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 17:21:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas mulheres experimentam solidão na maternidade e sentem culpa e confusão após o nascimento de seus filhos. O que muitos não sabem é que esse é<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p>Muitas mulheres experimentam solidão na maternidade e sentem culpa e confusão após o nascimento de seus filhos. O que muitos não sabem é que esse é um sentimento muito frequente.</p>



<p>Em geral, a sociedade tem uma ideia bastante romântica sobre o que é a maternidade. Muitas pessoas pensam equivocadamente que a chegada de um filho é o estágio de maior realização para uma mulher. Muitos supõem que este é um momento de alegria e satisfação e que sua própria presença automaticamente dá sentido à vida. Portanto, não é de surpreender que&nbsp;<strong>muitas mulheres se sintam confusas e culpadas ao experimentar a solidão na maternidade.</strong></p>



<p>Embora a maternidade seja, sem dúvida, uma experiência bonita e gratificante, nem tudo é tão idílico quanto pode parecer. Portanto,&nbsp;<strong>é necessário dar visibilidade ao lado menos agradável de ser mãe, aos&nbsp;<a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/maternidade-terremoto-na-alma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desafios&nbsp;e dificuldades que isso implica</a></strong>. Entre eles, podemos citar o sentimento de solidão que a mãe pode experimentar durante a primeira infância do filho.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://amenteemaravilhosa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mae-triste.jpg?auto=webp&amp;quality=45&amp;width=1920&amp;crop=16:9,smart,safe" alt="Jovem preocupada" title=""/></figure></div>



<h2 id="uma-transicao-solitaria">Uma transição solitária</h2>



<p>A vida de uma pessoa muda radicalmente quando ela tem um filho. O corpo da mãe muda e as emoções se intensificam e se tornam instáveis ​​devido ao fluxo hormonal. A tudo isso, deve ser acrescentado <strong>o estresse psicológico que a <a href="https://idus.us.es/bitstream/handle/11441/30886/Apoyo%20a%20las%20familias.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adoção desse novo papel</a> pode acarretar</strong>. Um papel que, em muitas ocasiões, quase elimina o resto dos papéis que compõem a identidade de uma pessoa.</p>



<p>De repente, parece que a mulher não é mais esposa, filha, amiga ou profissional. Ela é apenas mãe, em período integral e praticamente sozinha. Seu filho precisa dela o tempo todo e depende dela para manter sua integridade física e emocional.</p>



<p>Apesar do fato de a mãe poder ter a ajuda do pai e&nbsp;<a href="http://scielo.isciii.es/pdf/eg/v13n33/clinica2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o apoio de seus parentes</a>, no final,&nbsp;<strong>é ela&nbsp;</strong><strong>quem passa 24 horas por dia em casa com seu bebê.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>A falta de sono, a exaustão física e emocional</strong> <strong>e</strong> <strong>a ausência da companhia de adultos durante a maior parte do tempo </strong>podem fazer a mãe sentir o peso da maternidade. Um peso do qual ninguém lhe falou e pelo qual ela pode se sentir tremendamente culpada.</p>



<p><a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/amo-meu-filho-nao-maternidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como é possível que uma mulher se sinta tão triste, apática e oprimida</a>. Ela não deveria se sentir eufórica? Por que ela não se sente realizada por ter tido um filho?</p>



<p><strong>O sentimento de solidão é extremamente comum nas mães durante os primeiros anos de vida de seus filhos</strong>. Assumir a maior parte da criação e fazê-lo isoladamente pode prejudicar significativamente o seu humor. Por esse motivo, é importante informar as mulheres da existência desse problema e fornecer recursos para mitigar seus efeitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://amenteemaravilhosa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-sentindo-solidao-na-maternidade.jpg?auto=webp&amp;quality=45&amp;width=1920&amp;crop=16:9,smart,safe" alt="Como reduzir a sensação de solidão na maternidade?" title=""/></figure></div>



<h2 id="como-reduzir-o-sentimento-de-solidao-na-maternidade">Como reduzir o sentimento de solidão na maternidade?</h2>



<p><strong>Em primeiro lugar, esqueça a culpa</strong>. Você não precisa se sentir bem e realizada o tempo todo após o nascimento do seu filho. Todas as suas emoções são válidas, você tem o direito de senti-las e expressá-las. No entanto, tente entender de onde elas vêm, pois esse será o caminho para resolvê-las.</p>



<p><strong>Só porque você se sente exausta ou sozinha, não significa que você não ama seu filho ou que é uma mãe ruim</strong>. É apenas um alerta de que, talvez, você precise de um&nbsp;<a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/identidade-da-mulher-muda-com-a-maternidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tempo para recuperar parte da sua identidade</a>. Lembre-se de que você é um ser humano de grande valor, com muitas outras facetas brilhantes e agradáveis, além do papel de mãe.</p>



<p>Portanto,&nbsp;<strong>não tenha medo de pedir ajuda, delegar e recorrer a seus entes queridos para aliviar parcialmente a sua carga</strong>.&nbsp;Permita que outras pessoas cuidem das tarefas domésticas ou ajudem com os cuidados do bebê, de modo que você tenha tempo para&nbsp;tomar um banho, passear ou conversar com seus amigos.</p>



<p>Os primeiros anos do seu filho podem absorver o seu tempo, <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/sindrome-de-burnout-na-maternidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e você pode acabar negligenciando seu autocuidado</a> e relegando sua felicidade ao último lugar.</p>



<p>No entanto, lembre-se de que você não pode cuidar do seu filho se não estiver bem. Ele precisa de uma mãe feliz, calma e satisfeita.&nbsp;<strong>Você se sentirá mais disposta para cuidar dele tendo</strong><strong>&nbsp;certos espaços para cuidar da sua saúde física e mental.</strong></p>



<p>O sentimento de solidão na maternidade é comum, mas não é intransponível. <strong>Tente se conectar com outros adultos e se priorizar quando possível</strong>. A última coisa que ser mãe deve fazer você sentir é que está presa.</p>



<p>Fonte: <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/">https://amenteemaravilhosa.com.br/</a></p>
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		<title>Como ter filhos modifica o cérebro das mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[WeTree]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 15:17:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas revelam que após o parto, o cérebro da mulher cresce e adquire maior plasticidade. Mas até mães e pais que não passaram por uma gestação<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisas revelam que após o parto, o cérebro da mulher cresce e adquire maior plasticidade. Mas até mães e pais que não passaram por uma gestação experimentam mudanças cerebrais.</p>



<p><strong>Todos sabemos que o corpo da mulher passa por diversas mudanças físicas durante a gravidez e depois do parto. Mas é menos conhecido o fato de que ter um filho também modifica a estrutura do cérebro. Cientistas descobriram que até mães e pais adotivos também desenvolvem mudanças nos seus cérebros em consequência do cuidado com os filhos.</strong></p>



<p>Em busca dessas descobertas, a jornalista científica da BBC Melissa Hogenboom entrevistou diversas especialistas dedicadas a estudar os efeitos de ter filhos sobre o cérebro.</p>



<p>&#8220;As drásticas alterações dos níveis hormonais durante a gravidez influenciam o cérebro da mulher, preparando-a para a maternidade&#8221;, segundo Pilyoung Kim, professora de psicologia da Universidade de Denver, nos Estados Unidos. &#8220;Descobrimos que, nos primeiros meses do período pós-parto, o cérebro das mães aumenta de tamanho.&#8221;</p>



<p>Para Kim, &#8220;isso parece contradizer diretamente a noção comum do &#8216;cérebro de grávida'&#8221;, referindo-se ao mito de que as mulheres gestantes passam a ser &#8220;esquecidas&#8221; e a ter dificuldade de concentração.</p>



<p>Mas a neurocientista Ann-Marie de Lange, do hospital universitário de Lausanne, na Suíça, explica que não se trata de um mito. Segundo ela, &#8220;muitas mulheres sentem que suas funções mentais não são tão boas durante esse período e que sua memória diminui&#8221;.</p>



<p>De Lange sugere que o motivo dessa percepção no momento em que o cérebro está aumentando de tamanho &#8220;seja talvez porque, durante esse período, o cérebro está se modificando para começar a focar em outra coisa. Existem estudos que demonstram que essas mudanças estão relacionadas a comportamentos maternos, como o apego ao bebê&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/1027E/production/_121847166_2.jpg" alt="quebra-cabeças em formato de cérebro"/><figcaption>Legenda da foto,As alterações ocorrem em regiões do cérebro que ajudam na criação dos filhos</figcaption></figure></div>



<h2 id="Alterações-cerebrais">Alterações cerebrais</h2>



<p>As duas cientistas e outros especialistas conseguiram identificar as regiões do cérebro em que ocorre o crescimento estrutural relativo à maternidade.</p>



<p>Algumas das regiões afetadas são as relacionadas ao chamado circuito de recompensas, que envolve o córtex pré-frontal e outras seções menores no centro do cérebro. Essas alterações fazem com que as mulheres se sintam mais motivadas a responder aos chamados dos seus bebês e fiquem mais felizes quando eles sorriem, por exemplo.</p>



<p>Há também alterações nas regiões do cérebro relativas à regulação emocional, como a amígdala e o córtex cingulado anterior, que permitem às mães regular sua própria angústia frente ao choro do bebê. E há ainda outra alteração na região do córtex pré-frontal que afeta a capacidade de aprender e tomar decisões, o que ajuda a mãe a escolher a reação mais adequada a uma situação.</p>



<p>Por outro lado, são produzidas alterações em seis regiões diferentes relativas à empatia, que ajudam as mães a entender o que os seus bebês podem estar sentindo. E, por fim, todas as regiões do cérebro relativas aos sentidos — olfato, paladar, tato, visão e audição — são intensificadas, para ajudar as mães a interagir com seus recém-nascidos.</p>



<p>&#8220;Se analisarmos do ponto de vista evolutivo, faz sentido que todas as alterações que promovam o cuidado e a proteção da criança sejam benéficas não só para os filhos, mas também para o sucesso da mãe na reprodução&#8221;, afirma De Lange.</p>



<p>Segundo a especialista, &#8220;algumas alterações podem ser revertidas após o parto, mas outras podem persistir durante o período pós-parto e até por vários anos&#8221;. Inclusive aquelas que afetam a saúde mental das mulheres.</p>



<h2 id="Plasticidade-cerebral">Plasticidade cerebral</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/1298E/production/_121847167_3.jpg" alt="mãe com filhos"/><figcaption>Legenda da foto,Algumas alterações no cérebro das mães mantêm-se por anos a fio durante a criação dos filhos</figcaption></figure></div>



<p>O que os especialistas não sabem com certeza é se essas alterações que perduram por anos são consequência do parto e suas flutuações hormonais ou se são, na verdade, o que chamamos de &#8220;plasticidade cerebral&#8221;: alterações produzidas não pela gravidez, mas pela experiência de criação dos filhos.</p>



<p>A plasticidade cerebral (ou neuroplasticidade) é o processo segundo o qual o nosso cérebro reorganiza e modifica sua rede de neurônios, em resposta a mudanças ou fatores internos ou externos.</p>



<p>Até pouco tempo atrás, acreditava-se que somente as crianças fossem capazes de moldar seus cérebros dessa forma, mas agora se sabe que muitas regiões do cérebro permanecem &#8220;plásticas&#8221; — ou podem alterar-se — até a idade adulta. E existem evidências que demonstram que criar um filho causa alterações no cérebro.</p>



<p>&#8220;Quanto mais experiência tiver uma mãe, maiores serão as conexões existentes entre os neurônios nas regiões do cérebro que são importantes para a criação dos filhos&#8221;, segundo Kim. E essas alterações também podem ocorrer no cérebro dos pais.</p>



<p>Kim menciona um estudo realizado em Israel com casais de homens que tiveram bebês recentemente.</p>



<p>&#8220;É muito interessante&#8221;, segundo ela. &#8220;Não só vimos que os dois pais apresentavam resposta cerebral maior para o seu bebê, mas também que o pai que era o cuidador principal demonstrou ainda mais sensibilidade cerebral que o seu companheiro.&#8221;</p>



<p>Para Melissa Hogenboom, isso demonstra que ter filhos modifica o cérebro da mãe ou do pai muito além da gestação — e também comprova que &#8220;as mulheres não são biologicamente destinadas a ser as principais cuidadoras dos filhos&#8221;.</p>



<p>&#8220;A gravidez certamente prepara o corpo, mas ficou claro que o tempo e a intensidade dos vínculos emocionais estão relacionados à forma como se altera o cérebro&#8221;, afirma ela.</p>



<h2 id="Descoberta-surpreendente">Descoberta surpreendente</h2>



<p>Estudar as alterações de longo prazo causadas pela maternidade no cérebro das mulheres levou também a uma descoberta inesperada.</p>



<p>Uma pesquisa realizada por De Lange e sua equipe no hospital universitário de Lausanne concluiu que os cérebros das mulheres que haviam dado à luz vários filhos pareciam &#8220;mais jovens&#8221; que os de outras mulheres com a mesma idade.</p>



<p>&#8220;Elas exibiam menos alterações cerebrais como as que costumam acontecer quando envelhecemos, como a atrofia da substância cinzenta ou a redução da substância branca&#8221;, destaca De Lange. &#8220;Isso pode indicar que ter filhos com menos idade potencialmente poderia ter efeito protetor sobre o cérebro à medida que envelhecemos.&#8221;</p>



<p>Mas a pesquisadora esclarece que os benefícios encontrados eram &#8220;muito discretos&#8221; e que ter filhos quando jovem é apenas um dos muitos fatores que influenciam a forma como envelhecemos.</p>



<p>Por isso, De Lange ressalta que a maternidade também está associada a níveis de estresse mais altos — causados pela falta de sono e pela redução das interações sociais, por exemplo — que afetam o processo de envelhecimento, além de talvez prejudicar a saúde mental de algumas mulheres.</p>



<p><em>Assista </em><a href="https://www.bbc.com/reel/playlist/a-mothers-brain?vpid=p09zp4lz">à série de reportagens da jornalista Melissa Hogenboom</a><em> sobre a maternidade (em inglês) no site BBC Reel.</em></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-59491976">BBC Brasil</a></p>
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		<title>O que podemos fazer para não perder o controle?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 17:11:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Crie seu mantra! 😊⠀💡 Um exemplo dado pela psicóloga Carolina Dantas para repetição no momento do caos é repetir a frase: Adulta sou eu!⠀Lembrando que, pode<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Crie seu mantra! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f60a.png" alt="😊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br>⠀<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um exemplo dado pela psicóloga Carolina Dantas para repetição no momento do caos é repetir a frase: Adulta sou eu!<br>⠀<br>Lembrando que, pode ser qualquer outro mantra, você pode criar um mantra que tenha mais a ver com você, o importante é se dar um momento de autoregulação para poder agir com assertividade.<br>⠀<br>No auge da birra, é importante que a gente entre em conexão com nós mesmos. Nesse momento um mantra é muito útil para que consigamos se autorregular.<br>⠀<br>Saber respirar, se conectar com o momento, com os próprios sentimentos, ajuda e muito!<br>⠀<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quer aprender mais ferramentas como essa?</p>



<p>Em parceria com a psicóloga Carolina Dantas, preparamos uma semana especial para ajudar você a criar estratégias que fortaleçam a conexão entre você e seu filho.</p>



<p>Será uma semana de muito aprendizado e ao final teremos um encontro ao vivo onde a psicóloga Carolina Dantas irá apresentar estratégias simples mas que fazem toda a diferença dentro de casa!</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f48c.png" alt="💌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Participe da semana Conexão mãe e filho! Embarque nessa jornada e perceba mudanças libertadoras através da comunicação não violenta e da disciplina positiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="http://ac12537.contato.site/semana-conexao-mae-e-filho"><img loading="lazy" width="1024" height="375" src="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png" alt="" class="wp-image-3066" srcset="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png 1024w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-300x110.png 300w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-768x282.png 768w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1536x563.png 1536w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-260x95.png 260w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-50x18.png 50w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-150x55.png 150w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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		<title>Apesar da linguagem principal da criança ser a brincadeira, essa não é a única linguagem de amor</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 17:07:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já refletiu sobre a diferença entre estar disponível para seus filhos APENAS quando estamos sem nada pra fazer, e estar disponíveis QUANDO ou COMO os<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Você já refletiu sobre a diferença entre estar disponível para seus filhos APENAS quando estamos sem nada pra fazer, e estar disponíveis QUANDO ou COMO os filhos mais precisam?</h3>



<p>Muitos pais leem reflexões assim e são guiados instantaneamente para a culpa.</p>



<p><strong>Eu quero dizer a quem se sentiu assim &#8220;culpado&#8221; que a ideia não é partir para comparações ou julgamentos. Mas um convite para enxergar, acolher e evoluir.</strong></p>



<p>Você não é obrigada/o a brincar com seus filhos. Seria ótimo se isso acontecesse, pois as crianças são sedentas de adultos que brinquem com elas, que entrem no mundo delas. Mas você não precisa fazer isso por obrigação.</p>



<p>Também não precisa estar o tempo todo disponível para eles. Aliás, ninguém consegue estar 100% disponível para os filhos. Sejamos honestos!</p>



<p><strong>Reconhecer nossas dificuldades é um passo importante e fundamental para operacionalizarmos mudanças necessárias em nossa trajetória materna/paterna.</strong></p>



<p>Mas só enxergar essa dificuldade nem sempre é o suficiente, porque a raiz da nossa indisponibilidade pode ser algo profundo, que vem de heranças transgeracionais e que segue o curso como um rio que teima e desaguar no mar.</p>



<p><strong>Portanto, brincar com os filhos pode ser algo realmente muito difícil e até abusivo para quem, na infância, não guardou registros de um adulto significante que tenha brincado e se divertido genuinamente ao seu lado.</strong></p>



<p>Rever esses registros infantis pode abrir um novo caminho. Dar o que não recebeu cura!&nbsp;</p>



<p>Não fiquem presos às suas indisponibilidades! Culpa paralisa. Existem inúmeras maneiras de demostrar que você os ama, que se importa com eles e que se interessa pelo mundo deles.</p>



<p><strong>Então, apesar da linguagem principal da criança ser a brincadeira, essa não é a única &#8220;linguagem de amor&#8221; que existe!<br>Amplie seu olhar! Reveja prioridades! E o principal: procure conhecer mais a criança que você foi um dia e o que lhe faltou lá atrás! Isso pode ser revela-dor!!</strong></p>



<p><em><strong>Texto: </strong>Carolina Dantas &#8211; psicóloga</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="http://ac12537.contato.site/semana-conexao-mae-e-filho"><img loading="lazy" width="1024" height="375" src="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png" alt="" class="wp-image-3066" srcset="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png 1024w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-300x110.png 300w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-768x282.png 768w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1536x563.png 1536w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-260x95.png 260w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-50x18.png 50w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-150x55.png 150w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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		<title>Filhos não existem para suprir nossas necessidades e expectativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[WeTree]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 20:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando eu imaginava que tipo de mãe eu seria se eu tivesse um filho, uma coisa que me preocupava era a dúvida se eu teria a capacidade de amar sem medida, de me doar ao ponto de renunciar coisas muito importantes pra mim, amar sem esperar algo em troca, sem ser pro meu filho um &#8220;amor exigente&#8221;.</p>



<p>Eu me olhava e me via em minha relação com meus pais: confrontando, seguindo caminhos diferentes e muitas vezes opostos aos deles, abrindo mão de férias em família para ficar com amigos, preferindo morar longe, a morar perto. Eu pensava: &#8220;É isso que vai acontecer comigo? Eu vou dar conta disso?&#8221;</p>



<p>Precisei mergulhar fundo nesse meu medo para conseguir abraçar a ideia da maternidade. Aceitar que um filho não vem ao mundo para suprir nossas expectativas e necessidades de amor, companhia, realização ou reconhecimento.</p>



<p>É fundamental criarmos filhos livres!</p>



<p>Quando me liberto desse pensamento, posso libertar meu filho para seguir sua própria vida e construir sua história. Hoje eu entendo. E com mais consciência vou me preparando para esses momentos, que já acontecem desde que meu filho nasceu.</p>



<p>E mesmo enxergando o que eu precisava enxergar, e tendo essa consciência desse meu papel, eu ainda sinto medo. Medo de exigir, de cobrar, de sofrer. E tudo bem! Eu acolho meu medo! E sigo meu processo de construção materna. O meu medo não pode ser mais forte que meu desejo de criar um filho para a vida!</p>



<p>Você já sentiu esse medo alguma vez? Esse medo de não conseguir suportar os nãos, a ausência, a falta de consideração? Já pensou sobre isso?</p>



<p>Se sim, saiba que não está sozinha!!</p>



<p>Em parceria com a psicóloga Carolina Dantas, preparamos uma semana especial para ajudar você a criar estratégias que fortaleçam a conexão entre você e seu filho.</p>



<p>Será uma semana de muito aprendizado e ao final teremos um encontro ao vivo onde a psicóloga Carolina Dantas irá apresentar estratégias simples mas que fazem toda a diferença dentro de casa!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="http://ac12537.contato.site/semana-conexao-mae-e-filho"><img loading="lazy" width="1024" height="375" src="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png" alt="" class="wp-image-3066" srcset="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1024x375.png 1024w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-300x110.png 300w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-768x282.png 768w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-1536x563.png 1536w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-260x95.png 260w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-50x18.png 50w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde-150x55.png 150w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-bannner_Amar-educar-e-dar-limites_Semana-da-conexao-mae-e-filho_verde.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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		<title>Sinais não verbais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[WeTree]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 17:45:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nós, pais frequentemente falamos demais! 😅 Muitas vezes repetimos &#8220;comandos&#8221; infinitamente e não somos ouvidos. Nesse caso um sinal não verbal pode ser mais efetivo do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p>Nós, pais frequentemente falamos demais! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Muitas vezes repetimos &#8220;comandos&#8221; infinitamente e não somos ouvidos. Nesse caso um sinal não verbal pode ser mais efetivo do que as palavras!</p>



<p>Combine com seu filho(a) alguns sinais que podem ser mais efetivos do que palavras durante um conflito ou ser um lembrete de boas maneiras. Essa estratégia funciona muito bem com crianças acima de 5 anos!</p>



<p>Veja alguns exemplos:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f601.png" alt="😁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Abra um sorriso e aponte para os sapatos que ser guardados.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/23f0.png" alt="⏰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Toque no pulso sinalizando que estão atrasados para alguma atividade.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quando você se sentir descontrolado, tente colocar a mão no seu coração para sinalizar &#8220;Eu te amo&#8221;. Vocês dois vão se sentir melhor.</p>



<p>Gostou das dicas? Compartilhe com outras mamães essa estratégia recheada de carinho. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/263a.png" alt="☺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>We Tree &#8211; Escola de mães <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f49a.png" alt="💚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br><a target="_blank" href="https://www.wetree.com.br/" rel="noreferrer noopener">https://www.wetree.com.br/</a></p>
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		<title>As crianças e as birras</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 13:45:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das cenas mais temidas de qualquer pai é a birra: gritar e espernear no meio do supermercado ou no meio da rua. Cenas que muitas vezes levam aos pais a sentimentos de culpa, vergonha, raiva e, acima de tudo, desamparo. Talvez eles se perguntem: “E agora, o que aconteceu para que meu filho esteja agindo dessa forma?”</p>



<p>Por que isso acontece? As birras são uma expressão da frustração e do desconforto nas crianças que ainda estão em uma fase pré-verbal de desenvolvimento e maturidade emocional, que não permite que se comuniquem de outra forma. Essa situação geralmente melhora após os quatro anos. Em outras palavras, estamos falando de um estágio normal no desenvolvimento de uma criança. Por si só, não há nada de constrangedor nisso.</p>



<p>Na verdade, a birra serve como ponto de partida para iniciar uma regulação autônoma da raiva. Nesse sentido, a forma como as figuras principais (pais, avós, cuidadores) reagem diante da situação e lidam com a raiva ou frustração da criança é importante pois será uma das chaves que nortearão este aprendizado.</p>



<p>Veja mais conteúdos como este no curso Voa meu amor, acesse: <a href="https://materiais.wetree.com.br/curso-voa-meu-amor">https://materiais.wetree.com.br/curso-voa-meu-amor</a></p>



<p>We Tree &#8211; Escola de mães <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f49a.png" alt="💚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br><a target="_blank" href="https://www.wetree.com.br/" rel="noreferrer noopener">https://www.wetree.com.br/</a></p>
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		<title>&#8220;Apanhar não faz mal.&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 14:02:36 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você ainda acha que tudo bem dar uma palmada no seu filho, mais um estudo acaba de comprovar que nenhum tipo de agressão ajuda na educação das crianças. Pelo contrário. Pode prejudicar a saúde do seu filho a longo prazo.</p>



<p>Foi exatamente isso que os pesquisadores da Universidade de Manitoba, em Winnipeg, no Canadá, descobriram ao analisar os dados de saúde pública fornecidos pelo governo de mais de 34 mil adultos entre 2004 e 2005.</p>



<p>De acordo com os cientistas, aqueles que sofreram algum tipo de agressão na infância, como tapas ou empurrões, tiveram mais chance de desenvolver obesidade (31% contra 26%), artrite (22,5% contra 20%) e doenças cardíacas (9% contra 7%) do que aqueles que foram educados sem nenhum tipo de violência.</p>



<p>Para a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP), a educação não passa, em nenhum momento, pela agressão física ou verbal. “O tapa intimida, dá medo, mostra quem é o mais forte. Bater reprime, não educa. Encurta a conversa – mata a possibilidade de que o diálogo exista. Bater cala a boca da discussão e desperta a mágoa”, reflete Rita.</p>



<p>Não é só seu filho que perde ao ser agredido. Quando você parte para agressão está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter a autoridade. Além disso, depois de bater muitos pais se arrependem. Essa atitude contraditória não é positiva para a criança.</p>



<p><strong>Então, qual é o jeito certo de educar? </strong></p>



<p>No curso Voa meu amor, a psicóloga Carolina Dantas traz o que há de mais inovador na psicologia, na pedagogia emocional, na comunicação não violenta e na disciplina positiva para te dar ferramentas práticas par implementar as mudanças necessárias e libertadoras.</p>



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</div>



<p></p>
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		<title>Como obter o respeito dos filhos?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 13:48:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você quer conquistar o respeito dos seus filhos? Se sim, primeiro observe se a forma como você os trata é respeitosa. Crianças aprendem muito mais com<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você quer conquistar o respeito dos seus filhos? Se sim, primeiro observe se a forma como você os trata é respeitosa. Crianças aprendem muito mais com exemplo e experiência que com sermões.</p>



<p>Se você tem o estilo parental autoritário, muito firme, talvez recorra às ameaças, aos gritos e castigos.</p>



<p>Pois então, seja verdadeiro, você admiraria alguém que te tratasse assim?</p>



<p>Por outro lado, se você tem o estilo parental muito permissivo, a mensagem que você vai passar para seus filhos é a de que você não dá conta, que é inseguro, que é fácil de ser enganado, que não consegue ser o apoio que eles tanto precisam.</p>



<p><strong>Você admiraria alguém assim?<br>Nós respeitamos quem admiramos!<br>Se isso vale para nós, vale também para as crianças!</strong></p>



<p>Quando o respeito é imposto e exigido pelo adulto, quando é exercido apenas de um lado e não existe o respeito mútuo, possivelmente o que esse adulto vai conseguir é a obediência!</p>



<p>E obediência não tem a ver com respeito, mas com medo, culpa ou obrigação .</p>



<p>Já se você é o tipo de pai, mãe ou cuidador que permite tudo, as crianças não vão te respeitar, nem obedecer, e possivelmente para lidar com a insegurança que isso gera, vão criar suas próprias regras.</p>



<p>Seus filhos precisam te admirar! Gostar de você! Achar o máximo ter você como pai, como mãe! Sentir que é muito bom ser seu filho, sua filha! É claro que ninguém precisa ser perfeito e legal o tempo todo, existirão momentos onde o conflito será necessário e os pais vão ter que agir como autoridade, mas ter consciência de tudo isso já abre inúmeras portas para o respeito que você tanto quer!</p>



<p>Você deseja um filho obediente?&nbsp;</p>



<p><strong> Faça o download gratuito do E-book: MEU FILHO NÃO ME OBEDECE, O QUE EU FAÇO?</strong></p>



<p>Ele foi elaborado pela psicóloga Carolina Dantas e traz REFLEXÕES e DICAS muito PRÁTICAS. </p>



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<p><br>We Tree &#8211; Escola de mães <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.1/72x72/1f49a.png" alt="💚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Relatos de uma mãe: Eu perdi meu bebê</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 15:28:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma regrinha básica das grávidas, que se aprende logo que chega o positivo, só anunciar em público após o terceiro mês. Inúmeros casos de perdas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
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<p>Existe uma regrinha básica das grávidas, que se aprende logo que chega o positivo, só anunciar em público após o terceiro mês. Inúmeros casos de perdas gestacional acontecem neste início. Nos calamos para não termos que falar da dor caso ela chegue.<br>⠀<br>Como em mundo romântico da maternidade perder não faz parte do jogo.<br>⠀<br>Quando aconteceu comigo me senti tão triste e tão só, como se fosse só comigo, embora tão comum. É desconfortante falar da tristeza, da dor, do fracasso&#8230;da perda&#8230; em um mundo tão felizmente compartilhado.<br>⠀<br>Lembro claramente de quando uma amiga ao saber do meu bebê, me ligou como quem se importava e ainda as lagrimas corriam em seu rosto ao lembrar de sua perda. Neste momento eu a reconheci como a mãe deste filho, sem o silêncio que nos maltrata por dentro.<br>⠀<br>Ao me abrir com algumas pessoas eu dava espaço para que elas compartilhassem a sua perda. E de alguma forma, embora a origem fosse a dor, isso me acalentava o coração. Me sentia acolhida por outro olhar semelhante e de alguma forma nossos corações partidos se aproximavam.<br>⠀<br>Uma mãe de um filho que não veio continua sendo uma mãe. Aquela que com todos os medos e desafios que a maternidade nos proporciona também se encheu de desejos e expectativas. Um carinho, uma escuta, um abraço podem fazer tanta diferença para algo que embora comum não deixa de ser importante.</p>



<p class="has-text-align-left"><br><a href="https://www.instagram.com/paula.terapia/"><img loading="lazy" width="810" height="154" class="wp-image-2886" style="width: 600px;" src="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael.png" alt="" srcset="https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael.png 810w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael-300x57.png 300w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael-768x146.png 768w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael-260x49.png 260w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael-50x10.png 50w, https://www.wetree.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Assinatura_Paula-Russi_Psicologa-e-mae-do-Rafael-150x29.png 150w" sizes="(max-width: 810px) 100vw, 810px" /></a>⠀<br></p>
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